Seguidores

domingo, 16 de abril de 2017

Silêncio e oração...

 

A poesia é capaz do silêncio,
Para aqueles que rezam a cada verso
Com os olhos fechados...

Ainda que nada assegure o amor que te tenho,
“eu te amo” é minha oração predileta...

(Adilson Shiva)

Silencio y oración...

La poesía es capaz del silencio,
Para aquellos que rezan cada verso
Con los ojos cerrados…

Aunque nada asegure el amor que te tengo,
“yo te amo” es mi oración predilecta…

(Adilson Shiva)

domingo, 9 de abril de 2017

Solidão...



Assim foram tuas tardes...
Pouco a pouco te foste afastando,
como um golpe de mar por uma porta perdida,
na imensidão do nevoeiro...

Este é mais um nome da solidão
e a solidão não sabe que dizer,
quando fica ali, a sós...

(Adílson Shiva)



Soledad...

Así fueron tus tardes…
Poco a poco te fuiste alejando,
como un golpe de mar por una puerta perdida,
en la inmensidad de la niebla…

Este es más un nombre de la soledad
y la soledad no sabe qué decir,
cuando queda allí, a solas…

(Adílson Shiva)

quinta-feira, 23 de março de 2017

Felicidade...




A noite faz uma pausa
e a solidão é a luz acesa...

Não sabíamos que a felicidade doesse tanto.
Almas confusas, vozes perdidas...

(Adilson Shiva)

Felicidad…

La noche hace una pausa
y la soledad es la luz prendida…

No sabíamos que la felicidad doliera tanto.
Almas confusas, voces perdidas…

(Adilson Shiva)


sexta-feira, 3 de março de 2017

Não há tempo...



A vida é um sopro evanescente...
De nada valem as certezas
se tudo depende do momento do vento...

Hoje nos revela tudo e amanhã nos põe a olhar
as mãos vazias… o indizível da morte…
(Adilson Shiva)

No hay tempo...

La vida es un soplo evanescente…
De nada valen las certezas
si todo depende del momento del viento…

Hoy nos revela todo y mañana nos pone a mirar
las manos vacías…el indecible de la muerte…
(Adilson Shiva)

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2017

Tempo...tempo...tempo...




A cama está mais fria, a noite é longa
e meus devaneios passeiam por cada estrofe
de um poema antigo...

Quem disse que o tempo verdadeiro
nos cura de uma paixão antiga ou nos previne
de aportar no país dos naufrágios?

Ainda sonho com teus olhos castanhos brotando
em cada pedra de tua habitação...

(Adilson Shiva)

Tiempo... tiempo… tiempo…

La cama está más fría, la noche es larga
y  mis devaneos pasean por cada estrofa
de un poema antiguo…

Quién ha dicho que el tiempo verdadero
nos cura de una pasión antigua o  nos previene
de aportar en el país de los naufragios?

Aun sueño con tus ojos castaños brotando
en cada piedra de tu habitación…

(Adilson Shiva)

sábado, 25 de fevereiro de 2017

Partir...




Dormes...
E eu estou aqui
Sentinela... Do teu sono sereno.

Dormes...
Em vigília, velo;
Teu corpo miúdo,
Tua boca inocente, pequena,
Teu respirar suave, teu sono pleno...
Era assim o que em minha alma acontecia

Dormes...
Em teu sono não percebes
Minha presença astral
Meu olhar distante, quente;
Viajante do tempo, do espaço sideral...

Dormes...
Nas horas últimas de vigília,
O frio corta o meu passo de uma só palavra - adeus...
e a porta clava  o seu ruído nas minhas costas ...

(Adilson Shiva)

Partir...

Duermes...
Y yo estoy aquí.
Centinela... de tu sueño sereno.

Duermes…
En vigilia, velo;
Tu cuerpo menudo,
Tu boca inocente, pequeña,
Tu respirar suave, tu sueño pleno...
Era así lo que en mi alma acontecía.

Duermes…
En tu sueño no percibes
Mi presencia astral
Mi mirada distante, caliente;
Viajero del tiempo,
del espacio sideral…

Duermes…
En las horas últimas de la vigilia,
El frio  corta mi paso de una sola palabra – adiós…
y la puerta  clava su ruido en mi espalda…

(Adilson Shiva)